Diferença de comprimento dos membros inferiores menores de 1 cm estão presentes em cerca de 60% da população, não são notadas no andar e não causam problemas de coluna, joelhos ou quadris - não necessitam portanto de tratamento ou uso de palmilhas ou elevações no calçado.
Diferenças maiores de 1 cm podem necessitar tratamento, envolvendo desde uso de palmilhas até procedimentos cirúrgicos como a epifisiodese para crescimento guiado, que consiste na colocação de pequenas placas metálicas ao redor da região de crescimento do osso (fise), com o objetivo de modular o crescimento e permitir que o próprio desenvolvimento da criança corrija, de forma gradual, a diferença do comprimento. Diferenças maiores de 5 cm podem ter indicação de alongamentos ósseos.
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